Sobre Patricia Beck

Patricia atualmente é vereadora em Novo Hamburgo, pelo Progressistas. Iniciou sua trajetória política em 2000, no município de Glorinha, onde residia.

 

Em 2001, retornou a sua cidade natal decidida a participar ativamente da política na cidade. Está em seu segundo mandato, tendo sido a vereadora mulher mais votada da história da cidade na última eleição.

 

Foi presidente da Câmara Municipal em 2017, quando teve suas contas aprovadas sem nenhum apontamento pelo Tribunal de Contas do Estado. É ex-empresária e estudante de Direito e Gestão Hospitalar.

Filipe é um empresário hamburguense, que inciou sua trajetória empreendedora em 2007, sempre buscando fazer a diferença. Com a ajuda de 12 colaboradores, sua empresa se destaca na missão de gerar ações e resultados que materializem sonhos, com a venda de consórcios na região do Vale do Sinos e Paranhana.

 

Por sempre se preocupar com o bem comum, entra na política para representar os anseios dos empreendedores da nossa cidade. E junto com Patricia Beck, quer ajudar Novo Hamburgo a recuperar o status positivo que teve em tempos passados.

Conheça o Filipe Oliveira, meu vice:

Conheça mais sobre Patricia

 

Nascida em 21 de julho de 1979, no Hospital Municipal Darcy Vargas, hoje Hospital Geral de Novo Hamburgo, Patrícia Beck, que morava na Rua João Vendelino Hennemann, 60, no bairro Rondônia, em frente ao Esporte Farroupilha, pouco viveu ali. Com um ano de idade foi embora com os avós para Taquara. Foi lá que iniciou sua vida escolar, estudando da primeira até a quarta série. Quando ia cursar a quinta série já estava de volta a Novo Hamburgo e foi estudar no bairro Rondônia, na Escola Municipal Elvira Brand Grin. Sua vida na escola não foi das mais tranquilas. Lá fora agredida por um jovem dependente químico que, além de agredi-la fisicamente a ameaçava diariamente. Temendo pela integridade física e emocional de Patrícia, sua mãe e seus avós decidiram voltar para Taquara.

 

Não ficou por muito tempo lá. Sua mãe casou-se e foi morar com Patrícia em Alvorada. Foram anos de muitas dificuldades. Em Alvorada Patrícia conheceu a miséria, passou fome, teve sua casa invadida pelas águas da enchente e conviveu com o esgoto a céu aberto, em frente a sua casa. Mas conseguiu terminar o ensino Fundamental, na cidade de Alvorada. Já o ensino médio Patrícia cursou e concluiu na vizinha cidade de Glorinha, onde sua mãe e seu padrasto reconstruíram suas vidas.

 

Patrícia foi à luta para ajudar sua família e aos 12 anos conquistou seu primeiro emprego numa distribuidora de bebidas. À noite estudava e chega em casa próximo da meia noite.  Todo dinheiro que recebia como salário pelo seu trabalho, Patrícia entregava para sua mãe. Não satisfeita com aquela rotina, Patrícia, aos finais de semana buscou nas tradições gaúchas, uma forma de lazer e diversão, com os amigos. Passou a frequentar o CTG Sentinela do Rio Grande e logo já se destacava passando a coordenar a Invernada Mirim.

Terminado o ensino médio começou a namorar e acabou engravidando da sua amada Amanda. Com a filha recém-nascida, mudou-se para Gravataí, indo morar com os pais do pai de sua filha, convívio que durou até 1999, quando se separou e voltou para Glorinha, indo trabalhar como Secretária, na Escola Deoclécio Ferrugem.

Terminado o ensino médio começou a namorar e acabou engravidando da sua amada Amanda. Com a filha recém-nascida, mudou-se para Gravataí, indo morar com os pais do pai de sua filha, convívio que durou até 1999, quando se separou e voltou para Glorinha, indo trabalhar como Secretária, na Escola Deoclécio Ferrugem.

No ano de 2000 ficou desempregada alguns meses até que foi contratada para trabalhar na campanha para prefeito da cidade. Começava ali a descoberta do sonho que tinha desde criança e que sempre chamou de missão. Era na Política que Patrícia encontraria sua verdadeira vocação. Começou a campanha e logo já era a Coordenadora da Campanha. Depois desta experiência, veio para Novo Hamburgo.

 

Trabalhou no Shopping e, não contente com o que fazia, buscou mais uma vez a Polícia, isso já em 2004 quando concorreu a vereadora tendo obtido 92 votos. Em não se elegendo, resolveu arriscar e tentar a vida em outro Estado, indo morar em Curitiba. Mas Novo Hamburgo, não saía do seu coração, do seu objetivo de vida de sua missão e, um ano depois, nas férias do trabalho, em Curitiba, resolveu vir a Novo Hamburgo, visitar amigos e parentes.

Neste retorno, conhece Bercílio Silva que a convence de ficar.  E acabou envolvida na Política, outra vez, ajudando na campanha ao Governo do Estado. Yeda Crusius, a candidata que Patrícia apoiou, vence as eleições e a convida para trabalhar na FEPAM, onde atuou por dois anos, 2007 e 2008. Solteira, aficionada pela Tradição Gaúcha frequentava os Rodeios da Região. E foi num deles, em Campo Bom, que conheceu Maiquel, seu marido.

 

Agora, casada, com uma nova família lhe apoiando, resolveu concorrer, novamente à vereadora. Não se elegeu, fez 762 votos, ficou na suplência, tendo assumido uma única vez a cadeira de Vereadora. Em 2009 e 2010 atuou como Assessora do Diretor da Sulgás, em Porto Alegre. Em 2010 engravidou da Antonella e resolveu ser empreendedora, abrindo sua loja chamada Dó, Ré, Mí, no bairro Canudos e logo passa a liderar os comerciantes do bairro, na sua luta por mais segurança aos lojistas. Esta liderança motivou Patrícia a buscar, pela terceira vez, uma vaga na Câmara de Vereadores. Concorreu e teve êxito, conquistando 1.688 votos dos hamburguenses. Em 2014, concorre como suplente ao Senado Federal, não tendo sido eleita.

Neste retorno, conhece Bercílio Silva que a convence de ficar.  E acabou envolvida na Política, outra vez, ajudando na campanha ao Governo do Estado. Yeda Crusius, a candidata que Patrícia apoiou, vence as eleições e a convida para trabalhar na FEPAM, onde atuou por dois anos, 2007 e 2008. Solteira, aficionada pela Tradição Gaúcha frequentava os Rodeios da Região. E foi num deles, em Campo Bom, que conheceu Maiquel, seu marido.

 

Agora, casada, com uma nova família lhe apoiando, resolveu concorrer, novamente à vereadora. Não se elegeu, fez 762 votos, ficou na suplência, tendo assumido uma única vez a cadeira de Vereadora. Em 2009 e 2010 atuou como Assessora do Diretor da Sulgás, em Porto Alegre. Em 2010 engravidou da Antonella e resolveu ser empreendedora, abrindo sua loja chamada Dó, Ré, Mí, no bairro Canudos e logo passa a liderar os comerciantes do bairro, na sua luta por mais segurança aos lojistas. Esta liderança motivou Patrícia a buscar, pela terceira vez, uma vaga na Câmara de Vereadores. Concorreu e teve êxito, conquistando 1.688 votos dos hamburguenses. Em 2014, concorre como suplente ao Senado Federal, não tendo sido eleita.

Ainda com mandato de vereadora resolve buscar a reeleição em 2016 quando definitivamente entra para a história política de Novo Hamburgo, tendo sido a primeira mulher mais votada para a Câmara e obtendo a segunda colocação naquela eleição, conquistando 5.405 votos.

Seus dois mandatos a credenciaram buscar a indicação do seu partido, o PP – Progressistas, para disputar o cargo de Prefeita de Novo Hamburgo, apoiada pelo PSL, pelo PL e pelo Patriotas, na coligação Endireita Novo Hamburgo.

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Patricia Beck 2020 - Feito com carinho pela equipe da próxima prefeita de Novo Hamburgo

© 2020 por Patricia Beck.